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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Aniversário de São Miguel Paulista



Venham curtir este momento em São Miguel Paulista.



http://digitalradiotv.pe.hu

"Minha Fortaleza, os Filhos de Fulano".




São Mateus vira cenário de longa metragem com histórias reais de mulheres chefes de família.

Umas das histórias reais retratadas no filme que está sendo gravado nas ruas de São Mateus, zona leste de São Paulo.
Dirigido pela cineasta engajada na cultura do Hip-Hop, Tatiana Lohmann, aborda a realidade de famílias da periferia que são criadas sem a figura do pai, transmitindo às mães, a responsabilidade de garantir o sustento da família. Uma das histórias reais retratadas no filme é a trajetória de vida do rapper Negotinho e da sua mãe, dona Vera, moradores da comunidade da Vila Flávia, em São Mateus.
Confira o Teaser do filme.

Mais Informações
Popular Comunicação - (11) 98470-6213/ 11) 94606-4734
Ronaldo Matos
 ronaldo@pupularcomunicacao.com.br / ronaldo.comunicacao@gmail.com

No longa metragem, o rapper Negotinho aparece como um personagem, que revive lembranças da sua infância ao relatar a trajetória de superação por crescer sem a figura do pai, tendo sua a mãe, a dona Vera, como um símbolo de resiliência na comunidade da Vila Flávia, como heroína e principal referência para sua formação como cidadão e artista.
Para o rapper, a participação no filme se deve em grande parte ao seu envolvimento com a cultura Hip Hop. "Além de contar a minha história, que é muita parecida com a de outros jovens negros e periféricos, eu vou mostrar como o Rap foi importante na minha vida, para superar diversos obstáculos. E isso fica muito claro pra minha pessoa e para a minha família ao ver e ouvir que a minha música, inspirada numa história real, fará parte da trilha sonora de um filme importante", diz Negotinho, que além da carreira artística, divide o tempo realizando trabalhos socioculturais no projeto São Mateus Em Movimento.

De acordo com a cineasta, o filme é fruto de uma realidade social que remonta aos primórdios da história do Brasil. "O numero de famílias chefiadas por mulheres vem crescendo exponencialmente, em particular nas periferias das grandes cidades. E isso está associado com o fato histórico dos portugueses começarem a engravidar índias e não assumir seus filhos", explica Lohmann, ressaltando que há inúmeras pesquisas de fontes e instituições confiáveis que apontam para esse cenário.

Com mais de 20 anos de carreira, ela coleciona uma série de produções importantes para o cenário do Rap Nacional, entre elas estão: a produção do clipe " Tik Tak" do Doctor MC's, dirigido por Sergio Roizenblit, em 1998; produção de cenários e captações audiovisuais para o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, um grupo de teatro Hip Hop respeitado na cena dos coletivos de teatro paulistas; direção de um longa metragem em parceria com Roberta Estrela D'Alva, sobre poetry slam, um tipo de batalha de poesia que tem popularizado a poesia falada junto ao boom dos saraus da periferia; e direção do clipe "Respeito é Pra Quem Tem" do rapper Sabotage, em 2008, pela Miração Filmes.
Além do rapper Negotinho, o ator e rapper Fernando Macário, que já fez participações em diversos filmes do cinema brasileiro, como Carandiru e Antonia, integra o elenco do longa metragem. "Quando eu estava trabalhando num documentário sobre o fim do Carandiru e as filmagens do filme do Babenco lá dentro, eu conheci o Macário. Ele era figurante e me procurou dizendo que ia tatuar uma foto 3x4 da mãe dele no peito. Ele queria gravar essa cena e fazer um clipe pro rap que compôs em homenagem a ela, "Minha Fortaleza". Eu topei e fui lá gravar. Com o passar do tempo, descobri que tatuar retrato da mãe, imagem de Nossa Senhora ou nome de mãe é a coisa mais comum, especialmente nas periferias. A tatuagem carrega o simbolismo de amuleto, homenagem, lembrete de caminho reto a seguir", relembra Tatiana, abordando um dos motivos para a participação do ator no filme e dando detalhes sobre alguns fatores que inspiraram a criação do projeto.
Com tantos fatores sociais ligados a ausência do pai, fazendo com que com que as mães se tornem heroínas das periferias, a cineasta percebeu várias relações e sentidos pra explorar nestes contextos. A partir disso, ela deu inicio ao desenvolvimento do projeto, que levou cerca de 15 anos para conseguir se viabilizar financeiramente. Em 2015, o projeto recebeu incentivo do edital de produção cinematográfica do BNDES, fator que contribui para dar andamento à produção do filme.

Sobre Negotinho
 https://www.facebook.com/Negotinho-Rima

Nascido e criado na Vila Flávia, zona leste de São Paulo, Fernando Rodrigo de Carvalho, mais conhecido como NegoTinho no cenário do Rap Nacional, iniciou sua carreira com trabalhos socioculturais em 1998. É conhecido principalmente pelo desenvolvimento do seu trabalho artístico no HIP HOP, sendo fundador do Rima Fatal da Leste e idealizador do Ensaio Geral, evento mensal que se caracteriza como um circuito musical da periferia, realizado na comunidade da Flávia, em São Mateus. Ele também é professor de capoeira e usufrui da profissão ministrando oficinas sobre o esporte, para educar crianças que frequentam o Espaço Cultural São Mateus em Movimento, na cidade de São Paulo.

Por - Cultura Leste


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Entrevista



Entrevista efetuada pelos reporter's Robson Guimarães e Luana Oliveira com Alessandro Guedes, mostrando um pouco do perfil desta pessoa que é um candidato nas próximas eleições no município de São Paulo.

Presente também a Senhorita Vanessa, líder comunitária da região de São Miguel Paulista.



Vozes na reportagem - Robson, Luana, Alessandro, Vanessa, Carlos.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Participem!!!





Importante que novamente a população venha a participar desta devolutiva, para estar ciente do que acontece em seu município.

Por - José Luis


domingo, 11 de setembro de 2016

Novo tratamento contra o câncer poderá substituir a quimioterapia em determinados casos


Imagem - Ilustração

Avanços das pesquisas sobre imunoterapia mostram que ela poderá ser usada no lugar de tratamentos mais agressivos.


O câncer é uma das doenças mais temidas atualmente, devido a sua complexidade. O tratamento contra os tumores, mesmo sendo eficiente em grande parte das vezes, vem acompanhado de horríveis efeitos colaterais. Inclusive, no processo da quimioterapia e da radioterapia, quando as células tumorais são destruídas, são prejudicadas também muitas células saudáveis.

Por isso, os cientistas vêm aprofundando as investigações sobre o estímulo ao sistema imunológico. Embora esses tratamentos ainda tenham caráter experimental, a técnica já é uma realidade positiva para alguns pacientes. Um exemplo é o caso de Susanne Harris, que há cerca de nove anos teve um melanoma que não desaparecia com o uso das terapias convencionais.

Em 2013, ela participou de um tratamento experimental: a cada três meses, Suzanne ia a um hospital onde durante meia hora lhe injetavam um medicamento chamado Keytruda. Em menos de dois meses, o tumor já apresentava sinais de regressão. Após 12 meses, já era quase impossível detectá-lo. No final de 2016, ela completará um ano sem tratamento desde que o tumor desapareceu.

Todos os tratamentos com imunoterapia estão fundamentados em ajudar as próprias defesas do organismo a localizarem e erradicarem o câncer. A ação do medicamento Keytruda, consiste em neutralizar uma proteína da superfície das células cancerígenas, conhecida como PD1, que faz com que os linfócitos não lutem contra elas. Uma boa parcela da pesquisa oncológica passa pela ideia de neutralizá-las, para que o organismo consiga acabar com os tumores.

O grande desafio para os cientistas é entender por que essa técnica funciona apenas em algumas pessoas, visto que o tratamento surtiu efeito em apenas 24% dos pacientes. No caso do melanoma, a alternativa traz grandes esperanças, principalmente pela baixa eficácia da quimioterapia e da radioterapia nesse tipo de câncer.

A organização FDA (Food and Drug Administration) norte-americana já aprovou seis tratamentos com imunoterapia. Em um conjunto, a eficiência do tratamento chega a 80%. Porém, Jonathan Cebon, diretor do Instituto de Pesquisa do Câncer Olivia Newton-John, é otimista sobre o aumento desse percentual: "São dados que estão em constante movimento em função dos avanços que vão se apresentando".

Os cientistas ainda pesquisam como fazer para manipular essas células de modo a torná-las mais eficazes no combate aos tumores. Outras técnicas realizam a extração dos glóbulos brancos do paciente, para selecionar aqueles que têm uma atividade antitumoral maior, cultivá-los, ativá-los e, por fim, implantá-los novamente no paciente. Essa metodologia ainda está em uma fase mais experimental.

Uma terceira opção seria a utilização de vacinas. No entanto, não seriam vacinas preventivas, como as do sarampo ou gripe, mas sim terapêuticas, usadas apenas quando o paciente já contraiu a doença. Assim, o sistema imunológico seria alertado sobre a existência do câncer. A primeira vacina desse tipo foi aprovada nos Estados Unidos em 2010 e é usada em alguns tipos de câncer da próstata.

As vacinas poderiam conter a proliferação de células cancerígenas, diminuindo o tumor, eliminando aquelas que não tinham sido erradicadas com outros tratamentos ou evitando o seu ressurgimento. Entretanto, ainda existem muitas barreiras para entender todos os processos do câncer.

O diretor do departamento de imunogenética e vacinas do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, Jay A. Berzofsky, já utiliza as vacinas como instrumento de pesquisas. Os resultados mostraram uma evolução positiva em 75% dos pacientes, porém ela ainda precisa ser comparada com um grupo de controle que esteja submetido a um tratamento com placebo.

O pesquisado Jonathan Cebon calcula que dentro de 10 anos a imunoterapia será capaz de substituir os tratamentos mais agressivos em vários tipos de câncer, como o da próstata, o melanoma, o do estômago e de mama. Contudo, outros cientistas acreditam que mesmo se o tratamento for eficaz, será necessário combiná-lo com uma cirurgia, quimioterapia ou radioterapia.

Além disso, ainda não se sabe se a imunoterapia seria usada para curar o câncer definitivamente ou apenas tratá-lo. Os medicamentos são recentes, os pacientes que usam ainda precisam ser observados, para que futuramente possam descobrir se os tumores retornam ou não.

Fonte: Combate ao Câncer - Informação é o melhor remédio para a prevenção.

Evento reúne gestores em SP para debater legislação do SUAS


Imagem - Divulgação


A Paulus promove no dia 20 de setembro (terça-feira), a partir das 8 horas, na Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, em São Paulo, o "Diálogos do SUAS – Discussão sobre a Política da Pessoa com Deficiência de acordo com a Resolução CNAS nº 34, de 28/11/2011".

O encontro possuirá dois momentos: pela manhã, uma mesa de debates, composta por Edna Alegro (Federação Nacional das Associações Pestalozzi), Gustavo Miranda (Federação Nacional das Apaes - Fenapaes), Carmem Fogaça (vice-presidente do CNAS), Emmanuelle Leão (secretária municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida - Campinas/SP), e mediada por Carlos Ferrari (ex-presidente do CNAS). Eles discutirão a legislação na área da pessoa com deficiência, a partir de novos direitos, ambiência de conquistas e organização institucional.

À tarde, serão realizadas oficinas voltadas para questões específicas do cotidiano da pessoa com deficiência no âmbito da assistência social. Os participantes das oficinas receberão certificados.

Auditório da Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, rua Major Maragliano, 191,Vila Mariana, São Paulo (SP). Mais informações pelo telefone (11) 5081 7420 ou via e-mail: social.comunica@paulus.com.br.

Fonte: Paulus

sábado, 10 de setembro de 2016

Vale a pena votar em quem trabalha pela região leste!


Alessandro Guedes na periferia, falando com o povo.

O Município  de São Paulo, como todos os municípios do país, elegerão seus representantes administrativos municipais no próximo dia 2 de outubro, e, aqui vale lembrar de pessoas que elencaram esforços sem fim, para auxiliar as pessoas, principalmente as que vivem nas comunidades mais carentes da cidade.

Estamos aqui falando e apresentando a pessoa de Alessandro Guedes, que na eleição próxima passada, ou seja em 2012, foi candidato pela primeira vez, representando a nossa querida Zona Leste de São Paulo, e, com um pouco mais de 26 mil votos, ficou primeiro suplente de vereador, e, por duas oportunidades assumindo o cargo de vereador, apresentou diversos projetos e diversas emendas parlamentares, que vieram a melhorar muito as condições dos moradores de diversas comunidades carentes de todos os setores da cidade.

Vale a pena relembrar as pessoas, de sua breve passagem pela Câmara Municipal, e de seus diversos feitos, que conquistaram a simpatia dos mais necessitados e carentes.

Então, neste oportunidade, apresentamos sua candidatura, e, solicitamos sua avaliação e seu apoio, para conseguirmos eleger um vereador que realmente trabalha para as pessoas das comunidades carentes, e também, para todas as classes da sociedade.

Morador da Cidade A. E. Carvalho, extremo Leste da cidade de São Paulo, tem como objetivo continuar empunhando a bandeira da periferia, e, possibilitando diversas ações que tragam benefícios e crescimento para estas áreas da cidade.

Educação, Saúde, Esporte, Cultura e Projetos Sociais, são apenas algumas de suas prioridades, sem deixar de citar, a luta pela moradia digna, auxiliando aqueles que sofrem sem ter onde residir dignamente e vira e mexe sofrem com as "reintegrações de posse".

Unidades Básicas de Saúde (UBS) foram reformadas, quadras de esporte foram adequadas, praças e locais públicos foram revitalizados, projetos de lei importantes foram votados, e propostas foram colocadas a favor das pessoas desta cidade.



Por isso, e por muito mais, na hora de escolher, o número certo é 13699, Alessandro Guedes.



quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Um ano após aprovação, Debate Público na Câmara Municipal discute Plano Municipal de Educação de São Paulo - 17 de setembro, 9h30



Discutir e refletir sobre o processo de construção do Plano Municipal de Educação (PME) e estabelecer estratégias de ação que garantam uma educação de qualidade para a cidade de São Paulo na próxima década. Este é o objetivo do Debate Público que a Campanha SP Educação: com a Palavra os Territórios promove no próximo dia 17 de setembro, a partir das 9h30 horas, na Câmara Municipal.

Iniciativa do Cenpec, Cidade Escola Aprendiz, Instituto Alana e Avisa Lá, com o apoio do GT de Educação da Rede Nossa São Paulo, a atividade marca o primeiro ano desde a aprovação do Plano, reunindo especialistas para um debate sobre os desafios que precisam ser enfrentados para o alcance das metas estabelecidas pela lei, com destaque para o atendimento da demanda de creches e a construção dos Planos Regionais de Educação.

Na ocasião, também serão apresentados os dados preliminares da consulta pública online que pretende levantar as principais demandas da educação nos diversos territórios da capital paulista, bem como compreender se a população tem conhecimento da existência do PME. Às vésperas da definição do(a) novo(a) prefeito(a) e da renovação da Câmara de Vereadores, o Debate Público tem ainda como objetivo discutir e traçar estratégias que possam  reduzir as desigualdades entre as diferentes regiões da cidade, consolidando  avanço efetivo das políticas públicas de educação do município.

O debate terá a participação de:

●     Denise Carrera, jornalista, doutora em Educação pela USP e integrante da equipe da Ação Educativa;

●     Toninho Vespolli, vereador e relator do texto do Plano Municipal de Educação na Câmara;

●     João Kleber Santanna - Representante da Secretaria Estadual de Educação;

●     Representante do Fórum Municipal de Educação Infantil.

Participe!!!

Venha refletir sobre a agenda pública e a agenda das demandas dos territórios paulistanos.

O evento será transmitido ao vivo pela TV Câmara



Por: José Luiz Adeve (Cometa)
      Fundação Tide Setubal
      Coordenador de Comunicação Comunitária 



Audiência Pública


Imagem - Divulgação do evento

Comunicamos que será realizada uma audiência pública no próximo dia 14 de Setembro, das 9h às 13h, no auditório da Procuradoria Regional da República da 3ª Região, situado na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 2020 - Cerqueira César, São Paulo/SP, quando se pretende avaliar possíveis impactos da aplicação da Lei nº 13.240/2015.

 
Destaca-se na referida Lei o artigo 14, que prevê a transferência aos municípios litorâneos, por meio da assinatura de termo de adesão com a União, da gestão das praias marítimas urbanas, incluindo as áreas de bens de uso comum com exploração econômica.

 

Tal previsão requer o aprofundamento das discussões, para futura regulamentação, sobre os possíveis impactos dessas transferências sobre as políticas de gerenciamento costeiro.

 

É imprescindível a participação mais ampla possível da Sociedade Civil e dos Órgãos Públicos, de modo a enriquecer o debate e engajar todos nessa relevantíssima temática.

 

Contando, pois, com a presença, segue anexa a programação do evento.

 

             Atenciosamente,

 

Fátima Aparecida de Souza Borghi

Procuradora Regional da República

Representante da 4ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF

 

 

Maria Luiza Grabner

Procuradora Regional da República

Representante da 6ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF


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PROGRAMAÇÃO

Data: 14 de Setembro de 2016 - 9h
Local: Auditório da Procuradoria Regional da República da 3ª Região
Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 2020 - São Paulo/SP

9h – Inscrições

9h30 – Mesa de Abertura
Fátima Aparecida de Souza Borghi
Representante da 4ª Câmara de Coordenação e Revisão – Meio Ambiente e Patrimônio Cultural
Maria Luiza Grabner
Representante da 6ª Câmara de Coordenação e Revisão – Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais
Maria Cristiana Simões Amorim Ziouva
Procuradora-Chefe da Procuradoria Regional da República da 3ª Região
Maria Rezende Capucci
Procuradora da República no Município de Caraguatatuba
Tadeu Salgado Ivahy Badaró Júnior
Representante do Ministério Público do Estado de São Paulo
Cláudia Fellice
Representante da Superintendência do Patrimônio da União em São Paulo
Eduardo Trani
Representante do GERCO em São Paulo (OEMA)

Convidados
Antônio Carlos Sant'Ana Diegues
Professor Orientador no PROCAM (Programa em Ciências Ambientais da USP) e Diretor Científico do Núcleo de Apoio
à Pesquisa sobre Populações Humanas em Áreas Úmidas Brasileiras – NUPAUB – USP
Ricardo de Aquino Salles
Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo

Expositores

10h – A Lei nº 13.240/2015 e seu Impacto nas Políticas de Gerenciamento Costeiro

Experiência do GERCO no âmbito do Estado de São Paulo
Eduardo Trani
Coordenador do Programa de Gerenciamento Costeiro em São Paulo
Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo
Transferência da gestão das praias urbanas para os Municípios
Ana Carolina Souccar
Advogada da União
Consultoria Jurídica do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Processo de Regulamentação da Lei nº 13.240/2015
Denis Fabrisio de Oliveira Selymes
Coordenador de Destinação da Superintendência do Patrimônio da União em São Paulo
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Regulamentação da Lei e os mecanismos de controle social
Alexander Turra
Professor Associado do Instituto Oceanográfico da USP
Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo

Atuação do GAEMA - Núcleo Litoral Norte do Ministério Público do Estado de São Paulo
Tadeu Salgado Ivahy Badaró Júnior
Promotor de Justiça - Membro do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente – GAEMA - Núcleo Litoral Norte/SP
Ministério Público do Estado de São Paulo

11h20 – Intervenções

12h50 – Encerramento
Maiores informações pelo correio eletrônico: PRR3-Inscricoes@mpf.mp.br
Edital completo em: http://www.mpf.mp.br/atuacao-tematica/ccr4
Transmissão ao vivo: http://www.tvmpf.mpf.mp.br/events

Por: http://digitalradiotv.pe.hu


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Independência, 7 de Setembro é um feriado marcado por eventos como desfiles cívico-militares por todo o País, aos quais milhares de pessoas comparecem. Mas qual foi a estaca zero dessa tradição?



Confira abaixo, em ordem cronológica, os acontecimentos que culminaram nessa data histórica:

1. Antecedentes separatistas

No fim do século XVIII, rebeliões como a Inconfidência Mineira, em 1789, e a Conjuração Baiana (1798) eclodiam, com objetivo de romper a dominação portuguesa sobre o Brasil e estabelecer a independência.

A inconfidência mineira, da qual participou Tiradentes, foi liderada por mineradores e coronéis, e a Conjuração Baiana, conhecida também por Revolta dos Alfaiates, por brancos e negros pobres. Ambas, no entanto, foram violentamente reprimidas pelos governos dos Estados.

2. Chegada da Família Real

Do outro lado do mundo, a tropa francesa de Napoleão Bonaparte conquistava vários países da Europa e proibia relações comerciais com sua última grande inimiga: a Inglaterra. Portugal não aderiu às determinações de Napoleão, e o francês invadiu seu território, obrigando Dom João e a corte a fugirem para o Brasil. Eles chegaram aqui em 22 de janeiro de 1808, escoltados por navios ingleses.

3. Primeiro vislumbre de liberdade

Como recompensa pela proteção oferecida, a Inglaterra exigiu que o Brasil tivesse relações comerciais com o país europeu. O comércio brasileiro era, até então, restrito a Portugal.

A abertura dos portos para nações amigas permitiu que o Brasil começasse a se emancipar economicamente de sua metrópole, afinal, Portugal não tinha condições de competir com a potência comercial dos ingleses.

Um mês depois de sua chegada, Dom João organizou a estrutura administrativa do governo: nomeou ministros de Estado, criou órgãos públicos, instalou tribunais de justiça e criou o Banco do Brasil.

Essas medidas e outras, culturais e econômicas, contribuíram para a emancipação política brasileira. O País foi elevado à categoria de sede administrativa das relações com a metrópole. Na prática, isso significava autonomia também no âmbito administrativo.

4. Revoluções lá e cá

Altos impostos, a fome causada pela grande seca de 1816 e o luxo da corte portuguesa provocaram indignação e levaram à Revolução Pernambucana. Inspirados pela Revolução Francesa, vários grupos de interesses diversos participaram do movimento, mas havia um objetivo unânime: a Proclamação da República.

O governador, Caetano Pinto de Miranda Montenegro, ordenou a prisão dos revoltosos, mas a medida teve o efeito contrário: além de resistir à repressão militar, os rebeldes prenderam o governante e tomaram o poder.

Durante 75 dias, os revolucionários permaneceram no poder, até serem dura e violentamente atacados por tropas, armas e navios enviados pelo próprio Dom João. Eles cederam em 19 de maio de 1817.

Anos depois, líderes da Revolução Liberal, em Portugal, tomaram o poder na metrópole, obrigando, assim, Dom João e a corte a retornar para seu país de origem, em 26 de abril de 1821. O herdeiro, Dom Pedro, assumiu o governo.

5. Duelo das elites

A burguesia portuguesa tomou medidas que limitavam a autonomia brasileira e enfraqueciam a autoridade de Dom Pedro e, além disso, exigia a volta do príncipe regente a Portugal.

Do lado de cá, comerciantes e donos de terra sentiram que as medidas ameaçavam seus negócios. Resolveram, então, apoiar Dom Pedro e incentivá-lo a desobedecer as ordens que chegavam de Lisboa.

Nesse contexto, foi criado o Partido Brasileiro, organizado para enfrentar e resistir ao projeto do governo português de recolonizar o País.

6. Dia do Fico

Em 9 de janeiro de 1822 e com todo o suporte do Partido Brasileiro, Dom Pedro tomou a decisão definitiva sobre as ordens da corte para que retornasse.

A declaração é replicada até hoje nos livros de história. "Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto: diga ao povo que fico". Por conta do discurso, o episódio ficou conhecido como Dia do Fico.

7. Ruptura definitiva

Apesar da decisão de Dom Pedro, os confrontos com a corte portuguesa permaneceram e chegaram ao ponto de, sempre amparado pelas elites e o Partido Brasileiro, o príncipe regente determinou a ruptura política entre Brasil e Portugal.

Em 7 de setembro de 1822, foi proclamada, oficialmente, a independência do Brasil, em São Paulo. Quando regressou ao Rio de Janeiro, Dom Pedro foi aclamado imperador e coroado com o título de Dom Pedro I, em dezembro de 1822.

Fonte: Portal Brasil

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