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segunda-feira, 8 de maio de 2023

Contos de Tirar o Sono

imagem: arquivo / reprodução

***50 minutos, Livre.




Sinopse: Contos de Tirar o Sono é um espetáculo de narração de histórias com criaturas esquisitas que saíram diretamente de suas tumbas para puxar os pés dos desavisados e convidá-los para tomar um café! Com muita música, bonecos e diversão, essas criaturas irão entreter as crianças enquanto falham na tentativa de assustá-las.

Através das histórias: O Papafigo (Homem do Saco), Monstro do Lago, Maria Angula, A Máquina Maldita, Bicho-Papão e Zé Malandro, as personagens falam sobre o medo e como podemos superá-lo!

Local: Parque Augusta

Elenco/Direção: Dramaturgia: Cia. Zero8 de Teatro. Direção: provocações artísticas de Nereu Afonso.

Data: até 13 de Maio; Sábados, às 11h.

Não há sessões com interpretação em LIBRAS

Não há sessões para espectadores com Transtorno do Espectro Autista

Preço: Grátis


Fonte:  Cia. Zero8 de Teatro


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Cantora Gabi Rossini lança o clipe do single "Numa Caixa"

imagem: Gabi Rossini lança clipe  / reprodução

***Intimista e retrospectivo, vídeo revela sentimentos e emoções de um término de um relacionamento.


A cantora e compositora Gabi Rossini acaba de divulgar o clipe de "Numa Caixa" no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=Bqui6TkPBG0

Dirigido por Ale Saraiva, o vídeo mergulha nos sentimentos mais íntimos da artista, que transformou a tristeza do término de um relacionamento em canção.

"Esta letra eu escrevi durante a pandemia, após terminar com minha namorada. Eu estava na bad e comecei a lembrar dos momentos bons que passamos juntos. Numa dessas recordações, lembrei de uma frase que ela sempre me falava: 'você guarda as coisas boas da vida'", recorda Gabi.

De acordo com a cantora, as boas lembranças devem prevalecer sempre. Por isso, revisitou momentos que estavam "Numa Caixa". As emoções encontradas ditam o enredo do clipe.   

O lançamento marca, oficialmente, o início da carreira da cantora, compositora e multi-instrumentista paulistana. Com produção musical de MATH, que já trabalhou com artistas como Clara Valverde, Gabi Lins e Thiago Leal, a faixa "Numa Caixa" é do gênero nova MPB. 

Imagem: Divulgação

Para saber mais, siga Gabi Rossini no Instagram: @gabii.rossini

Fonte:  Thiago Paleari da A+


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domingo, 7 de maio de 2023

Mãe sim, baterista com orgulho

imagem: Valterci Santos / reprodução

***Professora de bateria da Academia do Rock de Curitiba, Shirley Granato .



"O segundo domingo de maio é consagrado às mães, em comemoração aos sentimentos e virtudes que o amor materno concorre para despertar e desenvolver no coração humano, contribuindo para seu aperfeiçoamento no sentido da bondade e da solidariedade humana." Este foi o texto do decreto assinado por Getúlio Vargas em maio de 1932.

De lá para cá a sociedade vem passando por mudanças. O número de mulheres que passaram a assumir a responsabilidade financeira da casa aumentou consideravelmente e a renda gerada, passa a ser fundamental – se não for a única – dentro do orçamento familiar.

A maternidade, durante séculos, foi a principal atividade da mulher, que atualmente vem adiando essa função, ou limitando o número de filhos. Mesmo com a mudança comportamental, o desafio de conciliar a maternidade e a profissão é ainda um desafio para muitas. Muitas vezes é necessário que a mãe reduza sua carga horária no trabalho para dar conta da maternidade, ou ainda enfrente barreiras para se consolidar na carreira.

Um desafio para algumas mulheres e mães é levar adiante o sonho da música em instrumentos comandados por homens. Na bateria por exemplo, já temos mulheres assumindo o posto, mas ainda não dominam o mercado e poucas são mães. Diz que a primeira mulher baterista surgiu no século XIX, mas somente em 1920 que conhecemos a primeira com carreira profissional nesse instrumento, Viola Smith que faleceu com 107 anos em 2020.

A bateria é dominada por homens, seja em nível nacional ou mundial. Mas é um mercado que vem mudando. Hoje, muitas bateristas são muito reconhecidas, e cuja qualidade quebra qualquer preconceito. Mas ainda, poucas são as que conciliam a vida nas bandas e a maternidade.

É o caso da professora de bateria da Academia do Rock de Curitiba, Shirley Granato, mãe de uma menina de 20 anos e de um menino de 13. "Sou musicista desde sempre, tentei tocar todos os tipos de instrumentos, mas minha paixão é a bateria. Hoje, se olhar as bandas, é um número reduzido de mulheres, ainda mais mães que estão no coração da banda, que é a bateria", comenta. Atualmente, além de ensinar bateria para crianças, jovens e adultos, Shirley também toca em bares e na banda Originais do Rock, onde é a única mulher e mãe na banda.

Na maternidade Shirley comenta que a música influencia em todas as relações. "A música é tudo na nossa vida, ajuda tanto nos momentos mais tensos, nos tristes e nos alegres. É o momento que extravasamos as emoções", afirma.  Os filhos têm o contato direto com a música, afinal cresceram com a mãe tocando, mas nenhum dos dois seguem os passos da professora de música. "Iniciei com as crianças na musicalização infantil para que tivessem contato com os instrumentos e os vários ritmos. Mas quando percebi que a música estava virando uma obrigação, não forcei. Pois a música tem que ser prazer, emoção", salienta.

"Até hoje ainda tem gente que se surpreende quando comento que dou aula de bateria, ou ainda que toco bateria na banda de rock. Chega a ser engraçado, pois o imaginário das pessoas a respeito da música e principalmente do rock é incrível", relembra Shirley

Para a aluna da Academia do Rock de Vitória (ES), Maria da Penha Lyrio Coutinho tocar bateria é um desafio e uma superação diária. "Meu filho hoje já é adulto e sempre conviveu comigo sabendo que sou apaixonada pelo Rock, principalmente Heavy Metal. E meu ídolo é Eric Singer, baterista da banda Kiss", conta. A aluna conta que ganhou bateria do marido, mas não tinha ideia de onde aprender a tocar na capital capixaba, pois é um estado onde o Rock ainda não predomina. "A bateria foi ficando parada. Até que descobri que havia inaugurado uma academia de rock na cidade. Não pensei duas vezes, me matriculei e estou lá tirando minhas primeiras músicas e treinando diariamente em casa", enaltece Maria da Penha.

"Meu filho é um dos meus maiores incentivadores", se orgulha Maria da Penha. "Hoje ele reside no Rio de Janeiro, e no último feriado esteve comigo e me perguntou quando eu iria aprender bateria. Brinquei com ele: tá atrasado! Já aprendi e logo estou em banda", brinca. A aluna, que foi professora de artes, incentiva que as mães encontrem na música uma motivação. "Independente do estilo preferido, aprender um instrumento musical motiva para as atividades diárias. A cabeça fica ativa, a alegria transborda. Acredito que todas as mães e mulheres deveriam ter essa experiência", finaliza.

O aprendizado do rock também deixou de ser tabu. "Hoje os alunos da Academia do Rock, seja em Curitiba ou nos estados que temos franquia, abraça todo o tipo de público, com diversas mães aprendendo a tocar todos os tipos de instrumentos", comenta Marcelo Freitas, fundador da Academia do Rock. "Algumas mães primeiro acompanham os filhos nas aulas e na sequência, por admirar uma banda em específico, acabam fazendo a aula, se inspirando e acabam sendo bem mais assíduas que os filhos", avalia.

Hoje, a Academia do Rock está presente em Curitiba, São Paulo (capital), em todo os ABC, Campinas (SP) e Vitória (ES) com mais de 1.400 alunos, destes 32% mulheres, e 12% mães.

Fonte:  Sumi Costa da Conceito Notícias


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CEAFLOR altera horário de funcionamento para atender a demanda do Dia das Mães

imagem: arquivo / reprodução

***Mercado que abastece o Brasil de norte a sul e de leste a oeste une mães e filhos na comercialização de flores, plantas e acessórios.



Considerado o "Natal" do setor de floricultura no Brasil, porque representa 16% da comercialização anual, o Dia das Mães movimenta o CEAFLOR, maior mercado de flores, plantas e acessórios para floricultura, paisagismo e decoração do país. Este ano, o incremento nas vendas varia entre  8% a  10%, apesar do clima ter atrapalhado alguns produtos de florescerem a contento.

O maior desafio neste período, segundo a gerente de Operações do Ceaflor, Ana Rita Stenico, é proporcionar agilidade na circulação e escoamento das mercadorias, a fim de facilitar os negócios para produtores, comerciantes e clientes. Assim, para atender à demanda, que nos dias normais de comércio atacadista é de 750 caminhões/dia, a administração antecipou o horário de carregamento das 6h para 4h, com a movimentação e descarga de produtos iniciando-se à meia noite.

Quanto aos produtos, a imensa diversidade de variedades ofertadas, cores e preços garante aos filhos e netos encontrarem facilmente uma flor ou planta que identifique a personalidade de sua mãe ou avó, seja pelas cores – mais alegres, sóbrias, calmas ou sofisticadas, quanto à textura ou ao perfume. Essa diversidade é importante, particularmente neste ano de 2023, porque o verão foi de muita chuva e de temperaturas mais baixas, o que fez com que algumas flores, normalmente as cultivadas no campo ou em estufas sem tecnologia de controle de temperatura e umidade, adiantassem ou atrasassem a floração, o que pode reduzir a oferta de alguns produtos na data. Foi o que aconteceu na Via Plant, que produz orquídeas cuja floração, em função do clima, adiantou, no caso das Phalaenopsis e atrasou, no da Denphal.

"Nossos produtores e comerciantes estão otimistas com o Dia das Mães e prontos para ofertar ao mercado brasileiro a enorme variedade de produtos em flores de corte e em vaso e plantas ornamentais em diferentes cores, tamanhos, texturas e preços, a fim de que todas as mães sejam homenageadas com flores por seus filhos e netos", comenta o presidente do Ceaflor, Antonio Carlos Rodrigues.   

Floricultura une mães e filhos

E para colocar ainda mais emoção na data, este ambiente de beleza e emoção, no Ceaflor há também histórias de mães e filhos que se uniram para trabalhar com a flores e, neste Dia das Mães, têm um motivo a mais para comemorar, além das vendas. É o caso da D. Ângela e do Daniel e da D. Selma e do Renan.

Ângela Maria Sartori foi produtora de flores por 28 anos. O filho dela, Daniel da Silva, trabalhou por 23 anos na área comercial de uma cooperativa de flores em Holambra, de onde saiu para montar a Flor Fácil, que representa comercialmente diversos produtores de flores de corte. Quando o Ceaflor foi inaugurado, eles se uniram para investir e compraram três boxes. Com a oportunidade de expansão física do mercado, hoje contam com seis boxes e comemoram o sucesso nas relações familiar e comercial. "Aqui, o nosso Dia das Mães vai ser ainda mais especial", comenta D. Ângela.

Renan Daniel Domingues e D. Selma Cristina da Silva Domingues também se uniram no trabalho um ano após a inauguração do Ceaflor. Com 29 anos e perfil empreendedor, Renan trabalhou nas cooperativas de flores de Holambra e resolveu investir no próprio negócio quando percebeu os bons resultados apresentados pelos produtores e comerciantes que atuavam no novo mercado. Começou com a locação de um box e, pouco tempo depois, adquiriu dois boxes, onde comercializa flores e plantas de diversos produtores da região. Eles contam que no trabalho se complementam. "Minha mãe é calma e tem todo cuidado no atendimento dos clientes, enquanto eu atendo os atacadistas e cuido para manter o nosso box abastecido com os melhores produtos", comenta Renan.

 

Fonte:  Maura Padula do Ateliê da Notícia


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Fábio Jorge mergulha no universo do cantor francês Charles Aznavour

imagem: Gustavo Gontijo / reprodução

***Cantor franco-brasileiro apresenta 12 canções de um dos mais populares e longevos cantores da França.





Cantor franco-brasileiro apresenta 12 canções de um dos mais populares e longevos cantores da França.

O Cantor Fábio Jorge acaba de lançar o álbum "Fábio Jorge / Aznavour " com 12 canções do cantor francês Charles Aznavour, um dos mais populares e longevos cantores da França. "É um prazer celebrar Aznavour. Ele  foi o maior ícone masculino da música francesa do século passado, trabalhou por mais de 60 anos. Trata-se de um dos maiores artistas do século passado, não somente da França, mas do mundo,, além de ter cantado em muitos idiomas o que mostra sua versatilidade e universalidade", explica Fábio Jorge.

No repertório canções conhecidas, como "La Bohème", "She", "Que C'Est Triste Venise", bem como algumas canções alternativas como "Ètre", "Le Temps" e "Trousse Chemise". "O universo de Aznavour é muito rico, ele compôs mais 850 canções e gravou 2 mil, A escolha do repertório não foi fácil, se eu gravasse tudo que gosto daria uns 6 álbuns pelo menos. Optei por algumas clássicas, mas também por algumas nem tão conhecidas do grande público, escolhi as mais representativas para mim."

Neste projeto o intérprete volta ao universo francês, após lançar o disco "O Tempo" com canções em português em 2021. "Fiz um hiato na música francesa, eu precisava falar para os brasileiros, sobre a situação sócio-política e econômica na pandemia, agora volto ao francês porque é meu universo, é onde sou conhecido e reconhecido".

Embora adentre o universo de Aznavour, toma posse e traz sua personalidade às canções. "Eu leio a letra e visto a música. Eu sou um intérprete, muito mais do que um cantor. Tenho um trabalho intuitivo, transporto minha intuição como intérprete para canções já conhecidas".

O projeto conta com a produção do próprio Fábio Jorge, com direção musical, piano e arranjo de Alexandre Vianna, já a masterização ficou por conta de Edielson Aureliano, a arte de capa é de Gustavo Gontijo e o projeto gráfico de Leandro Arraes.

"São 19 anos de música francesa, é onde eu me revelo e me desabrocho. Espero satisfazer a expectativa do público e em breve poder encontrar meus seguidores em shows presenciais".

Fonte: Dani Ribeiro do Tempero Cultural


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sexta-feira, 5 de maio de 2023

TUBERCULOSE - enfermeiros já podem solicitar testes e indicar tratamento para a doença

***Decisão é fundamental para eliminar a tuberculose até 2030, diz a coordenadora da Tuberculose da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Fernanda Dockhorn.


O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) aprovou, no dia 27 de abril, o parecer que permite que os enfermeiros solicitem testes e indiquem tratamento para tuberculose latente. A solicitação foi feita pela Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose e contou com apoio e articulação do Ministério da Saúde para ampliar o acesso ao diagnóstico e tratamento da tuberculose no país.


imagem: Divulgação/Cofen


A coordenadora da Tuberculose da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente,  Fernanda Dockhorn, reforça que essa decisão é fundamental para eliminar a tuberculose até 2030, como previsto no Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública.

"O profissional de enfermagem é o organizador de todo o processo de trabalho. Ele faz o diagnóstico, o tratamento, e organiza o acesso e o acolhimento da pessoa com suspeita ou com tuberculose. Então o tratamento da infecção latente ou preventivo da tuberculose era a única ferramenta que o profissional de enfermagem ainda não podia fazer", explica.

O infectologista Werciley Júnior expõe que a tuberculose latente é uma forma clínica da tuberculose. "A tuberculose é uma doença que pode causar infecções e que no desenvolvimento da infecção a multiplicação da bactéria pode ser controlada pelo corpo e ser eliminada. Pode ser controlada, mas ficar latente ou incubada. Ou ela evoluir da forma ativa causando dano ao tecido", enfatiza.
Werciley pontua que a extensão para que outros profissionais possam fazer a solicitação conforme o programa de prevenção de tuberculose, é muito importante, pois dessa forma, o acesso ao diagnóstico e tratamento é ampliado.

"A gente sabe que em muitas localidades, o acesso ao médico é mais demorado e pra fazer um exame e retornar, muitas vezes isso impossibilita até uma pessoa fazer o acompanhamento. Então esse acesso inicial ao enfermeiro e avaliação tanto do enfermeiro e posteriormente do médico, facilita a adesão e principalmente ganhamos público, assim conseguimos erradicar a tuberculose", esclarece.

De acordo com a última edição especial do Boletim Epidemiológico da Tuberculose, houve importante diminuição da proporção de cura entre os casos novos de tuberculose nos últimos anos, que saíram de 73,8% em 2019 para 66,5% em 2021 e aumento do percentual de interrupção do tratamento das pessoas com a doença que saíram de 12,6% em 2019 para 14,0% em 2021.

Fonte: Br 61

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O que esperar da ANTT - confira entrevista com Diretor Geral da agência reguladora

imagem: arquivo / reprodução

***Infracast recebe o Diretor Geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) Rafael Vitale.



Neste episódio, o Diretor Geral da ANTT, Rafael Vitale, conta quais são os próximos passos da agência reguladora.

A entrevista foi conduzida por Fernando Marcato.  Apresentado por Isadora Cohen, com coordenação executiva de Gabriel Fajardo.

Fonte:  Br 61


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