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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Estudo alerta para a presença de malária fora da região amazônica


 foto: Fêmea de Anopheles cruzii/ Paulo Urbinatti

Karina Toledo  |  Agência FAPESP – De acordo com um levantamento publicado por pesquisadores brasileiros no Malaria Journal, entre os anos de 2007 e 2014 foram registrados 6.092 casos de malária fora da região amazônica – a única considerada endêmica para a doença no país.

Segundo os autores, apenas 19% de todos os casos fora da Amazônia são diagnosticados e tratados em até 48 horas após o início dos sintomas – enquanto na região amazônica esse índice salta para 60%.

"Isso pode explicar a alta proporção de casos severos de malária e a maior taxa de mortalidade em regiões não endêmicas", dizem os pesquisadores no artigo.

O levantamento foi feito com apoio da FAPESP durante o doutorado de Camila Lorenz e de Flávia Virginio, orientandas de Lincoln Suesdek no Instituto Butantan. Contou ainda com a participação do pesquisador Breno Aguiar e foi coordenado por Francisco Chiaravalloti-Neto, ambos da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

O grupo se baseou nos dados registrados pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) – ambos do Ministério da Saúde. Esses bancos de dados trazem informações como sexo e idade do paciente, local em que foi registrada a notificação e também os locais em que o paciente esteve no suposto período da contaminação.

"Esse estudo mostra que, embora a maioria dos casos de malária ocorra na região da Amazônia legal, a região extra-amazônica também merece atenção dos profissionais de saúde, pois abriga 87% da população brasileira e também as condições para a transmissão da doença: há presença do vetor (mosquitos do gênero Anopheles), do agente etiológico (parasitas do gênero Plasmodium) e do hospedeiro (humanos)", comentou Virginio em entrevista à Agência FAPESP.

Segundo a aluna de Doutorado, muitas vezes os sintomas clínicos da doença não são suficientes para estabelecer um diagnóstico e podem ser confundidos com dengue ou outras doenças virais. Há, portanto, necessidade de se realizar exames parasitológicos para confirmar. "Confundir doenças é perigoso, pois os tratamentos são muito diferentes", comentou.

Na avaliação de Virginio, profissionais de saúde de todos os estados brasileiros devem estar alertas para o histórico dos pacientes e atentos aos locais visitados recentemente.

"É necessária maior atenção tanto do ponto de vista da assistência, ou seja, ter médicos aptos a diagnosticar e tratar a doença, como do ponto de vista da vigilância epidemiológica. Os olhares estão todos voltados para a Amazônia, onde se concentram 99% dos casos, mas, se a vigilância for esquecida no restante do país, o problema pode voltar em locais onde já foi superado", disse Virginio.

A demora para diagnosticar e tratar a doença, explicou a pesquisadora, cria condições para que o mosquito se contamine com o parasita ao picar o paciente infectado e transmita para outros habitantes locais. Especialistas estimam que um único doente sem tratamento pode, em uma semana, dar origem a até 50 novos casos, dependendo da região.

"É importante salientar que a região extra-amazônica abriga várias espécies de mosquitos com potencial para transmitir malária. Com as mudanças na paisagem e no clima do país é possível que espécies antes inofensivas passem a transmitir o Plasmodium, e isso é uma questão de saúde pública que precisa ser investigada", alertou Lorenz.

Diferenças regionais

Dos mais de 6 mil casos notificados durante o período avaliado, quase 90% são considerados importados, ou seja, o paciente contraiu a doença durante estada na Amazônia ou no exterior – principalmente países da América Latina, África e Índia. Os demais são casos autóctones/introduzidos, isto é, nos quais a transmissão ocorreu localmente.

Embora os casos importados tenham predominado em todos os anos, houve um pico em 2007. Já o pico de casos autóctones ocorreu em 2010. Os estados com maior incidência de casos autóctones foram Espírito Santo, Piauí e Paraná.

"Foi possível notar que o ano de 2014 teve o menor número de casos, tanto autóctones quanto importados. Isso reflete as medidas que a população vem tomando para se proteger da malária, mesmo nas áreas não endêmicas, como: o uso de repelente, telas em portas e janelas e evitar áreas de banho durante o pico de atividade dos mosquitos", observou Lorenz.

Embora notificações da doença tenham sido registradas em todos os estados brasileiros, em Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Minas Gerais e Rio Grande do Sul houve apenas casos importados.

As infecções por parasitas da espécie Plasmodium vivax predominaram na Região Sul, enquanto no Nordeste e no Sudeste foram mais comuns os casos de infecção pelo Plasmodium falciparum. Já na Região Centro-Oeste, que faz fronteira entre a região da Amazônia Legal e a região extra-amazônica, foi observada dupla infecção.

"Na região extra-amazônica, a malária tornou-se um problema que afeta principalmente subpopulações isoladas com certas características sociais (por exemplo, tipos de habitação) ou que desempenham específicas atividades profissionais. Portanto, a educação adequada dos indivíduos em risco e profissionais de saúde é necessária. Além disso, meios de diagnóstico rápido devem ser implementados nestas regiões para evitar eventos adversos graves ou mortes por malária", concluem os autores no artigo.

O artigo Spatial and temporal epidemiology of malaria in extra-Amazonian regions of Brazil (doi: 10.1186/s12936-015-0934-6), pode ser lido em www.malariajournal.com/content/14/1/408.
 
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ONU testa sistema para conter ataques contra trabalhadores de saúde


Foto: OMS - Plataforma da OMS quer evitar ataques a trabalhadores de saúde.


Meta da Organização Mundial da Saúde é reforçar proteção; só na Síria, 60% dos hospitais foram destruídos de forma total ou parcial; no ano passado, 603 trabalhadores de saúde foram mortos e 958 ficaram feridos em ataques.

A Organização Mundial da Saúde, OMS, anunciou nesta terça-feira que está testando um novo sistema de coleta de dados para combater ataques a trabalhadores de saúde.

A meta da OMS é proteger profissionais em países como Afeganistão, Ucrânia e Iêmen. Segundo a agência da ONU, os ataques já são trágicos por si só, mas os danos a clínicas e hospitais e a perda dos trabalhadores resulta em menos tratamento para a população.

Testes
A OMS informa que no ano passado, 603 funcionários do setor de saúde foram mortos e 958 ficaram feridos em ataques ocorridos em 32 países. O novo sistema de coleta de dados está sendo testado na República Centro Africana, na Síria, na Cisjordânia e em Gaza.
O programa estará disponível a partir do próximo ano. Além de colher dados, a plataforma utiliza as informações para identificar padrões e encontrar maneiras de evitar ataques ou diminuir impactos.

Síria
Segundo dados do Escritório para Coordenação de Assuntos Humanitários, Ocha, quase 60% dos hospitais da Síria já foram destruídos de forma total ou parcial.

Mais da metade dos profissionais de saúde do país abandonaram a Síria ou foram mortos. E sem esses trabalhadores, fica difícil garantir o atendimento da população.

Já na África Ocidental, mais de 400 profissionais de saúde perderam a vida após serem infectados pelo vírus ebola enquanto tratavam de pacientes. Segundo a gerente do projeto da OMS, Erin Kenney, "o acesso aos cuidados de saúde é impedido cada vez que um hospital é bombardeado, medicamentos são saqueados ou um médico tem medo de ir ao trabalho".

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.
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OMS: mais de 6 milhões de mortes por malária foram evitadas desde 2000


Foto: OMS/Paho
Família com mosquiteiro na República Dominicana.



Índice de mortalidade caiu 72% na região das Américas; estimativas são de que 663 milhões de casos da doença foram evitadas na África Subsaariana; relatório Mundial sobre a Malária 2015 foi lançado nesta terça-feira; documento mostra aumento significativo nos países em direção à eliminação da malária.


Cerca de 6,2 milhões de mortes por malária foram evitadas desde o ano 2000. As estimativas estão no relatório da Organização Mundial da Saúde, OMS, sobre a doença lançado nesta terça-feira.
Os novos dados da agência da ONU mostram um aumento significativo no número de países que seguem em direção à eliminação da malária. Ações de prevenção economizaram milhões de dólares em cuidados de saúde nos últimos 14 anos em muitos países africanos.

Relatório
De acordo com o Relatório Mundial sobre Malária 2015, mais de metade dos 106 países onde havia a doença no ano 2000 conseguiu reduzir o número de casos em pelo menos 75% até este ano.
No mesmo período, 18 países obtiveram reduções entre 50% e 75%. A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirmou que já se sabe o que funciona e "o desafio no momento é fazer mais".
Em 2015, houve cerca de 214 milhões de novos casos da doença, com 438 mil mortes.

Mortes
Desde o ano 2000, o índice de mortalidade da malária caiu 72% na região das Américas, 65% no Pacífico Ocidental e 64% na região da Europa do Leste.
Segundo o relatório, o Brasil teve 36 mortes por malária em 2014, uma grande queda em relação aos 245 óbitos no ano 2000.
Na África as taxas de mortalidade pela doença caíram 66% entre todas as faixas etárias e 71% entre crianças com menos de cinco anos.

África
No entanto, 15 países, principalmente na África, são responsáveis por 80% dos casos globais de malária e 78% das mortes.
Em muitos desses países, sistemas de saúde fracos continuam a impedir progressos no controle da doença.
Milhões de pessoas ainda não estão recebendo os serviços que precisam para prevenção e tratamento. Em 2014, aproximadamente um terço das pessoas em risco de contrair a doença na África Subsaariana vivia em domicílios onde não havia proteção com mosquiteiros ou sprays residuais para combater o inseto.

Metas
Segundo o relatório, a meta 6C dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, que buscava interromper e reverter a incidência global de malária entre 2000 e 2015 foi alcançada.
Avanço significativo também foi feito em relação à meta da Assembleia Mundial da Saúde de 2005. O objetivo era reduzir em 75% o fardo global da malária até 2015.

Controle da Doença
Segundo a OMS, os avanços foram em grande parte resultado de ações de controle da doença eficazes e baratas.
Desde 2000, quase 1 bilhão de mosquiteiros tratados com inseticidas foram distribuídos na África Subsaariana. Até 2015, cerca de 55% da população nesta região estava dormindo sob essas redes. No ano 2000, a cobertura era de menos de 2%.
A África também teve um grande aumento nos testes de diagnóstico da doença, de 36% de casos suspeitos em 2005 para 65% em 2014.
Estimativas são de que 663 milhões de casos da doença foram evitados na África Subsaariana desde 2001 como resultado direto do aumento de três ações de controle da doença: mosquiteiros tratados com inseticida, spray residual em ambientes fechados e terapias de combinação à base de artemisina.
O impacto maior é o das redes, responsáveis por 68% dos casos evitados por essas intervenções.

Resistência
No entanto, segundo a OMS, apesar dos progressos, desafios significativos permanecem.
Em todo o mundo, cerca de 3,2 bilhões de pessoas, quase metade da população mundial está em risco de contrair malária.
De acordo com o diretor do Programa Global de Malária da OMS, Pedro Alonso, em muitos países os avanços estão sendo "ameaçados" pelo desenvolvimento e disseminação de resistência do mosquito aos inseticidas, o que poderia prejudicar ganhos recentes no controle da doença.

Estratégia Global
Em maio de 2015, a Assembleia Mundial da Saúde adotou uma estratégia global da OMS para a malária, entre 2016 e 2030, uma nova plataforma de 15 anos para o controle da doença em países endêmicos.

Para a agência da ONU, a iniciativa cria metas ambiciosas, mas alcançáveis, que incluem a redução da incidência e mortalidade da malária em pelo menos 90% e a eliminação da doença em pelo menos 35 países.

Outra meta é prevenir o ressurgimento da malária em todos os países considerados livres da doença.

Segundo a OMS, alcançar essas metas vai exigir liderança dos países, compromisso politico contínuo e triplicar o investimento global para controle da malaria: de US$ 2,7 bilhões em financiamento anual disponível atualmente para US$ 8,7 bilhões até 2030.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A Agência REUTERS informa:PT tenta impedir voto secreto para escolha de membros de comissão do impeachment



 Plenário da Câmara dos Deputados. REUTERS/Ueslei Marcelino


BRASÍLIA (Reuters) - Deputados petistas tentam impedir que a escolha nesta terça-feira dos integrantes da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisará o pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff se dê por voto secreto.

Segundo a Secretaria-Geral da Câmara, a eleição dos 65 membros da comissão deve ocorrer por meio de votação secreta, com base em dispositivo do regimento interno da Casa. A decisão pode atrapalhar o governo, que trabalha por uma composição favorável no grupo que analisará o pedido.

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), afirmou que "não há nenhuma possibilidade" de escolher os integrantes por voto secreto e disse que estão sendo tomadas as "medidas necessárias" para que a composição do colegiado se dê em votação aberta.

"Não pode o regimento da Câmara ser utilizado para definir o rito de questões relativas ao processo de impeachment. O Supremo Tribunal Federal já decidiu... quando anulou o rito proposto na questão de ordem pelo presidente (da Câmara) Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e disse com clareza: a lei 1079 é que rege a questão do impeachment", explicou o deputado.

"Se ele (Cunha) utilizar o regimento, nós vamos levar o assunto ao Supremo Tribunal Federal", afirmou Pimenta.

A eleição dos membros da comissão estava prevista para a segunda-feira, mas foi adiada, o que levou líderes da base governista a acusarem o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de realizar uma "manobra" em conluio com a oposição.

A expectativa inicial era que os 65 membros da comissão especial fossem apontados pelos líderes de bancadas de cada partido de acordo com o número de vagas para cada legenda, mas a oposição e dissidentes da base governista pretendem apresentar uma chapa alternativa para disputar a composição do colegiado.

O vice-líder do PT, deputado Henrique Fontana (PT-RS), disse que haverá disputa em plenário se questionamentos sobre a legalidade tanto da chapa alternativa quanto da votação secreta. O vice-líder também não descarta que o assunto seja levado ao Judiciário.

"Eu acredito que a votação secreta é uma vergonha para o Brasil", disse Fontana a jornalistas. "É um desrespeito à democracia representativa no Brasil."
  ***Digitalradiotv

Novo documentário sobre Twisted Sister ganha data de lançamento


Imagem: Divulgação


O novo documentário sobre o começo da carreira da banda de hard rock Twisted Sister ganhou uma data de lançamento. Segundo o site do Blabbermouth, We Are Twisted F*cking Sister! tem distribuição da Monoduo Films e chega aos cinemas da Europa em 29 de janeiro de 2016.
O filme, comandado por Andrew Horn (Assim Dançou o Comunismo, A Canção de Nomi), tem 137 minutos de duração, trazendo mais de duas horas de material bônus. Além da distribuição cinematográfica, o documentário será vendido em DVD e pela internet (iTunes, Amazon e vídeo sob demanda).
We Are Twisted F*cking Sister! narra, principalmente, a trajetória do Twisted Sister no começo da carreira, entre a segunda metade dos anos 1970 e o começo dos anos 1980. Nesta época, a banda começava a ganhar destaque em Nova York, levando mais a fundo o glam rock do New York Dolls, vestindo-se com roupas femininas e fazendo shows exaustivamente.
O líder do grupo, Dee Snider, em vídeo postado no canal do YouTube de Horn, afirmou que o documentário é "para pessoas que são fãs originais, fãs assíduos, fãs verdadeiros – ou que querem saber mais sobre esta banda". Não há previsão de lançamento do documentário nos cinemas brasileiros.


   ***DigitalRadioTv


Manchetes da mídia hoje



GESTÃO EDUCACIONAL      
08/12/2015 - Correio Braziliense (DF)
Opinião: O barco da Educação
"Se a Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino perder o status de secretaria, será difícil instrumentalizar todas as ações que se fazem necessárias para a Educação", afirma Priscila Cruz
 
GESTÃO      
08/12/2015 - Folha de S.Paulo (SP)
Alunos reciclam pedidos e mantêm protestos após recuo de Alckmin
Dentre as reivindicações dos estudantes está a punição dos policiais militares que tiveram postura truculenta durante manifestações e o cancelamento da reorganização
 
08/12/2015 - O Estado de S. Paulo (SP)
Alunos já saíram de 42 escolas e mantêm atos
Jovens organizaram dois protestos, mesmo após Alckmin suspender reorganização
 
07/12/2015 - UOL Educação
"Se necessário, vamos até o ano que vem", dizem alunos sobre ocupações
Estudantes não estão satisfeitos com o adiamento da reorganização, eles querem que a medida seja cancelada
 
07/12/2015 - G1
'Não há razão nenhuma para hoje ter escola invadida', diz Alckmin
Secretaria informou que 188 unidades seguiam ocupadas nesta segunda. Suspensão da reestruturação do ensino ocorreu na sexta-feira
 
08/12/2015 - Folha de S.Paulo (SP)
Opinião: Escola invisível
"Localize uma escola pública no seu entorno. Vá lá, converse com os alunos. Observe os reparos que o prédio exige, organize a ajuda da comunidade", afirma Rosely Sayão
 
07/12/2015 - Revista Época
Os estudantes que derrubaram a reestruturação das escolas de São Paulo
Como os alunos de São Paulo, inspirados na revolta secundarista do Chile, usaram a reorganização escolar para impor uma derrota ao governo Alckmin
 
07/12/2015 - Rádio CBN
Erro de estratégia para a Educação em SP colocou todos contra o governo
Mesmo se for para bom uso dos espaços, processo de reestruturação das escolas estava sendo feito sem diálogo, aponta Ilona Becskeházy
 
07/12/2015 - Jornal El País
Opinião: É política sim, Geraldo
"Enquanto o Brasil vive o rebaixamento do exercício político, os estudantes paulistas mostraram que é possível estar com o outro no espaço público", afirma Eliane Brum
 
TECNOLOGIA      
08/12/2015 - Folha de Londrina (PR)
Mais de 550 escolas têm internet lenta no Paraná
Pesquisa aponta que cerca de 5 mil unidades não possuem acesso à internet no Brasil; formação didática dos professores é fundamental para a utilização da tecnologia, aponta especialista
 
08/12/2015 - Agência Brasil
Internet chega a 78% das escolas públicas urbanas e a 13% das rurais
De acordo com o Instituto de Tecnologia e Sociedade, o acesso à rede proporciona mais igualdade para os estudantes
 
ORÇAMENTO      
08/12/2015 - Agência Brasil
Paim recomenda fontes permanentes de financiamento para o Mais Educação
Orientação é destinar recursos das receitas do fundo social do pré-sal e que haja maior colaboração dos demais entes federados
 
INOVAÇÃO      
08/12/2015 - Gazeta do Povo (PR)
Comunidade ajuda a diversificar ensino nas escolas públicas
Alunos ganham "aulas dos sonhos", fora do currículo escolar, graças à ajuda de voluntários
 
08/12/2015 - O Globo (RJ)
Um aplicativo para fiscalizar escolas do Rio
Ferramenta receberá denúncias de irregularidades na rede de ensino
 
07/12/2015 - Portal Porvir
Uma política de Educação construída a muitas mãos
Plano Intersetorial articula diferentes agentes em pacto para a melhoria da qualidade do ensino em São Miguel dos Campos (AL)
 
07/12/2015 - Revista Gestão Educacional
Educação como alternativa para transformação
Comunidades de aprendizagem, pedagogia democrática e espaços alternativos e integrados estão entre as opções para um novo modelo educacional
 
LEITURA      
07/12/2015 - Revista Profissão Mestre
Por uma pátria de leitores
Escritor Pedro Bandeira aposta no incentivo à leitura para melhorar a Educação no Brasil e afirma que precisamos aprender a alfabetizar direito
 
PRÊMIO      
07/12/2015 - Agência Brasil
Concurso da CGU premia trabalhos de estudantes sobre pequenas corrupções
Junto com alunos premiados, o ministro Valdir Simão e o cartunista Maurício de Sousa anunciam parceria com o Ministério da Educação
 
LEGISLAÇÃO      
08/12/2015 - Jornal do Senado (DF)
Subcomissão tratará do tema do financiamento educacional
Órgão debate se garantia de 50% do fundo social do pré-sal e destinação de 75% dos royalties do petróleo à Educação serão suficientes para atingir meta do PNE
 
08/12/2015 - Jornal do Senado (DF)
Universalização da Pré-escola traz desafio gigantesco aos municípios
Medida entra em vigor em 2016 e traz discussões sobre financiamento e adequação pedagógica no atendimento às crianças de até 5 anos
 
VIOLÊNCIA      
07/12/2015 - Revista Gestão Educacional
A nova lei antibullying
Definições trazidas pela norma ajudarão o educador em seu trabalho diário, com parâmetros mais claros de como lidar com o assédio e a violência entre alunos

Por: TPE

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Suécia fecha quatro presídios por falta de condenados


Taxa de encarceramento no país vem caindo desde 2004


Na contramão de países como Brasil, Reino Unido e Turquia, a Suécia vai fechar quatro prisões por falta de prisioneiros. A Holanda também segue pelo mesmo caminho, e prisões já foram transformadas de prejuízo em lucro para a economia: uma delas virou um hotel de luxo. Em setembro, o Ministério da Justiça anunciou o fechamento de oito presídios.

A queda no número de presidiários na Suécia tem duas explicações principais: a diminuição no número de crimes e revisões judiciais que buscam penas alternativas. Duas prisões serão vendidas e outras duas emprestadas dentro do próprio governo. Essas poderão voltar a funcionar como presídios, caso seja necessário.

O responsável pelo sistema prisional do país, Nils Öberg, afirma que não é possível, ainda, identificar a escassez de prisioneiros.

- Nós certamente esperamos que nossos esforços em reabilitação e prevenção de reincidência tenham tido um impacto, mas nós achamos que isso sozinho não pode explicar a queda de 6% - disse ele, reafirmando depois que a Suécia precisa se esforçar ainda mais em reabilitar os prisioneiros para que eles possam retornar a sociedade.

Desde 2011, os tribunais de justiça passaram, por exemplo, a encarcerar menos os condenados por venda ou uso de drogas. De acordo com Öberg, isso provocou que 200 pessoas a menos estivessem presas em março deste ano do que em 2012.

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Porém, a taxa de encarceramento na Suécia vem caindo desde 2004. Mas, entre 2011 e 2012 a queda foi de 6%, valor que deve ser repetir esse ano, de acordo com as estimativas de Öberg.

De acordo com o Centro Internacional de Estudos das Prisões, vários países seguem na tendência contrária da Suécia. A Turquia, por exemplo, vai construir 207 novas prisões nos próximos cinco anos. No Brasil, entre 2010 e 2012, o número de encarcerados cresceu 10%, mostra relatório do centro. Reino Unido e Estados Unidos também continuam construindo novas prisões.

Segundo o centro, o Brasil tem 253 presos para 100 mil habitantes, acima da Colômbia, com 181. Estados Unidos, cujo governo federal recentemente criou normas para afrouxar o encarceramento nos tribunais federais, continua o país mais aprisionado do mundo, com 743 detentos para cada 100 mil habitantes - bem acima da Rússia (568) e da China (122). Já na Holanda (94) e na Suécia (78) os números já são baixos, e, ao que tudo indica, podem ficar ainda menores.

Fonte: OGLOBO

Fátima Miranda
Acadêmica, teóloga, radialista, ativista social, designer de mídia virtual, articulista, compositora, pratica voluntariado, etc...
alguém que luta e crê na Justiça social deste país.

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Exclusivo: Cajat resolve as angústias com o copo no clipe de "Noite Fria"

Um ano depois de ter lançado o primeiro disco da carreira, Noite Fria, é hora de Cajat mostrar ao público o seu primeiro videoclipe oficial. A faixa escolhida pelo cantor soteropolitano foi a homônima "Noite Fria", nome que sugere o enredo solitário interpretado pelo próprio cantor e compositor.

Cajat vive um homem atormentado por um fantasma fisicamente representado na tela em uma sinistra figura. Afundado em cigarros e álcool, o protagonista põe os pés na também etílica Rua Augusta, em São Paulo, e se senta em uma mesa de bar com os amigos. Enquanto isso, um alucinado solo de guitarra encerra o pop rock do baiano.

"É um clipe feito com amor, principalmente. Assim como o álbum, foi pensado ao lado de amigos que entendem o meu trabalho", diz o artista sobre o vídeo, divulgado com exclusividade pelo blog Sobe o Som.

Assista:

"Assim, pude ficar ainda mais feliz de poder ver imagens que em poucos minutos definem boa parte da produção deste meu primeiro disco", acrescenta ele, que diz beber nas fontes de Caetano e Gilberto Gil a Maysa, Dolores Duran e Noel Rosa.

O clipe de "Noite Fria" é dirigido por Leo Monteiro e tem participações da banda paulista Sarina e da ginasta paranaense Gabrielle Moraes. As 11 faixas do álbum Noite Fria estão disponiveis em plataformas de streaming e no na página do Facebook oficial do músico.


Por Lucas Borges

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Eagles of Death Metal volta a Paris após atentado terrorista para tocar com o U2


Eagles of Death Metal volta a Paris após atentado terrorista para tocar com o U
Menos de um mês depois dos ataques terroristas a Paris, o Eagles of Death Metal voltou a subir em um palco na capital francesa. A banda, que se apresentava na casa de shows Bataclan no dia 13 de novembro quando criminosos invadiram o local e mataram 89 espectadores, foi convidada para tocar junto com o U2 nessa segunda-feira, 7.
Artistas prestam homenagens as famílias e as vítimas dos ataques terroristas em Paris .
"Eles foram expulsos do palco há três semanas, então, gostaríamos de oferecer a eles o nosso espaço nesta noite", o vocalista Bono disse à plateia, segundo o U2Start. O grupo norte-americano tocou "People Have the Power", de Patti Smith, junto com o U2. Em seguida, os integrantes da banda irlandesa deixaram a cena para que o Eagles of Death Metal mostrasse
"I Love You All the Time".
Assista:


Em uma emocionada entrevista à Vice, na qual eles também comentaram os momentos de horror vividos na fatídica noite em Paris, os integrantes do Eagles of Death Metal já haviam manifestado a vontade de retornar à cidade.
"Queremos ser os primeiros a tocar no Bataclan", dizem fundadores do Eagles of Death Metal .
"Posso estar assustado, mas não vejo a hora de voltar a Paris, não vejo a hora de voltar a tocar. Quero ser a primeira banda a tocar no Bataclan quando o local reabrir", diz Jesse Hughes, que assim como no dia 13 de novembro, nessa segunda-feira, 7, não teve a companhia do outro fundador da banda, Josh Homme, líder do Queens of The Stone Age.
Nenhum dos músicos foi ferido pelos disparos no Bataclan, mas o britânico Nick Alexander, que acompanhava os artistas vendendo produtos da banda, não sobreviveu – "Nick protegeu um amigo dele", disse Homme. Thomas Ayad, Marie Mosser e Manu Perez, da gravadora do grupo, também não conseguiram escapar com vida.

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Convite: Lançamento da Pedra Fundamental da Casa da Mulher Brasileira - 10/12

 

A Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres da Prefeitura de São Paulo convida para a Cerimônia de Lançamento da Pedra Fundamental da Casa da Mulher Brasileira, equipamento que está sendo construído pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, o Governo do Estado de São Paulo, Tribunal de Justiça, Ministério Público e Defensoria Pública.

 

A atividade está marcada para a próxima quinta-feira, 10 de dezembro, às 14 horas, no local de instalação da Casa (Rua Vieira Ravasco, 26, Cambuci).

 

A data está inserida nas atividades de celebração dos 16 dias de ativismo pela fim da violência contra a mulher, mobilização anual praticada simultaneamente por diversos atores da sociedade civil e poder público engajados no enfrentamento a esse tipo de violência. Desde sua primeira edição, em 1991, já conquistou a adesão de cerca de 160 países. Mundialmente, a Campanha se inicia em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, e vai até 10 de dezembro, o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

 

Contamos com a sua presença.

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