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Movimentos de moradia realizam marcha nacional pelo direito à cidade e contra o desmonte da política de habitação


De 5 a 7 de junho, em Brasília, DF, a União Nacional por Moradia Popular (UNMP), a Central dos Movimentos Populares (CMP), a Confederação Nacional de Associações de Moradores (CONAM), o Movimento de Luta de Bairros e Favelas (MLB), o Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD) e o Movimento Nacional de Luta por Moradia (MNLM) estarão novamente nas ruas em defesa da democracia e da moradia popular. A Marcha Nacional pelo Direito à Cidade – Reforma Urbana Já! reunirá milhares de pessoas para lutar pela retomada da construção da política nacional de desenvolvimento urbano e dos investimentos no Minha Casa Minha Vida-Entidades, dentre outras reivindicações.

Os protestos contra o aumento no preço dos combustíveis que pararam o Brasil foram mais uma evidência de que o povo brasileiro está insatisfeito com tantos retrocessos na política econômica e social. O golpe em 2016 se perpetua e avança sobre a democracia, os direitos e conquistas históricas dos trabalhadores. Por isso, dizemos Fora Temer! Não podemos tolerar um presidente usurpador que implementa uma agenda ultraliberal, derrotada nas urnas por quatro eleições consecutivas.

Nas cidades, os efeitos são de piora significativa na vida das pessoas. Além do aumento no custo de vida, o País atinge novos recordes de desemprego e aumento nos índices de pobreza e miséria. Além disso, seguem completamente paralisadas as políticas voltadas à construção de moradia popular, urbanização de favelas, saneamento e mobilidade. O golpe também atinge espaços de participação social como as Conferências e Conselhos, igualmente paralisados. Por isso, é fundamental a soma de esforços entre os movimentos urbanos, trabalhadores e o conjunto dos movimentos sociais em defesa da democracia.

 
Na Marcha Nacional pelo Direito à Cidade, exigimos:

  • Retomada da construção da política nacional de habitação, com investimentos para a urbanização de favelas e regularização fundiária, assistência técnica e melhoria e produção habitacional
  • Retomada dos investimentos no Minha Casa Minha Vida para a faixa mais baixa de renda, com 100 mil unidades por ano para o MCMV Entidades e 100 mil unidades por ano na Habitação Rural
  • Retomada dos investimentos em saneamento e mobilidade
  • Realização da VI Conferência Nacional das Cidades em 2018
  • Retomada imediata do Conselho Nacional das Cidades
  • Retomada de um projeto nacional de desenvolvimento, que garanta nossa soberania, com geração de empregos, fortalecimento da nossa economia, em especial da nossa indústria
  • Revogação da EC 95/2016, que limita os gastos em políticas sociais, em especial da saúde, educação e redes de proteção social
  • Revogação das mudanças na legislação Trabalhista e da Terceirização, que fragilizam as relações de trabalho, a organização sindical do trabalhador e beneficiam somente o patrão
  • Proteção dos serviços públicos da ameaça da privatização, principalmente nos serviços de saneamento, energia e na defesa da Caixa Econômica Federal.

Em defesa da Democracia!

Pelo direito à moradia digna!